#ESDRÚXULO | Aluguel de UTI móvel pode culminar em prisão de Máximo

Após puxão de orelha, comissionados da Sesau confirmaram que não efetivaram a homologação do contrato

Durante sessão especial da Comissão de Saúde que foi criada no decreto de calamidade pública para investigar os gastos no combate a pandemia do covid19, o presidente da Casa de Leis Laerte Gomes (PSDB) puxou a orelha dos asseclas de Fernando Máximo sobre uma possível contratação exorbitante. Para o deputado, o valor de R$ 187.973,31 em um aluguel de ambulância é um roubo ao Erário e caso a pasta confirme a contratação, Fernando Máximo poderá ser preso por improbidade administrativa.

O secretário de saúde de Rondônia, Fernando Máximo, alegou ao tucano que sua equipe averíguo os valores do aluguel e confirmou que o preço estava barato, mas, na visão de Laerte Gomes a contratação não passa de um roubo e fez algumas explanações de valores . Após discussão Laerte desabafou e disse que tal empresa que pretendia levar um pouco mais de R$ 3 Milhões dos cofres público, não tem capacidade de atender o governo de Rondônia no combate a pandemia.

Ao encerrar, o presidente da Casa sugeriu à pasta que cancelasse a contratação e que abrisse um novo processo licitatório. O parlamentar também reconheceu sua ignorância no assunto sobre os valores, mas ressaltou que a contratação seja realizada com empresa especializada no ramo — o que não pode é qualquer empresa sem estrutura se aproveitar do decreto de calamidade pública para tentar servir o Estado.

mapping.com.br/Mique Fonseca