Máximo confirma a Dr.Neidson desinteresse na conclusão do hospital de Guajará

vice-presidente da Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social, do Poder Legislativo do Estado de Rondônia, Doutor Neidson (PMN) propôs na tarde da última quarta-feira (15) o repasse de R$ 1,5 milhões para a conclusão da obra do Hospital Regional de Guajará-Mirim (RO) em combate ao novo Coronavírus. A sustentação oral do parlamentar e médico fez pontuações justificáveis para centralização de leitos de UTIs na cidade que faz fronteira com a Bolívia. Dr.Neidson, endossou o posicionamento de investir os R$ 20 milhões de reais, que tem o destino para estruturar um hospital de campanha de enfrentamento ao Covid-19, em inserir esses recursos financeiros nas diversas unidades de saúde que precisam de reparos ou até conclusão de obras de infraestrutura hospitalar em Rondônia.

Por questões de estratégia em vigilância em saúde na região fronteiriça, a análise legislativa de Doutor Neidson, não foi interessante para o Secretário de Saúde, Fernando Máximo, que declarou ser inviável finalizar a obra do hospital de Guajará-Mirim neste período de Pandemia. Para Doutor Neidson, essa desamparo da SESAU para com o Hospital Regional de Guajará-Mirim, é reflexo do tratamento desertor do governo militar do Coronel Marcos Rocha (PSL) com as sociedades tradicionais que vivem as margens da fronteira entre Brasil/Bolívia desprotegidas há anos. O legislador estadual, repudiou o desleixo da gestão de Máximo com os equipamentos destruídos da Urologia do Estado de Rondônia, que há mais de (1) ano estão esculhambados.

Documentos comprovam que Fernando Máximo assinou uma ordem de serviço de R$ 14 Milhões de Reais para sanar esses problemas no início do ano de 2020. No entanto, a incompetência gritante dos paladinos da moralidade do governo pesselista na pasta da Saúde está em erupção, podendo causar dentro do comitê de enfrentamento ao Covid-19 de Rondônia um epicentro de denúncias materializadas contra o governo. Mais grave ainda é a falta de pagamento financeiro aos leitos do Hospital Santa Marcelina. São mais de três meses que o governo Marcos Rocha não paga os proventos dessa unidade hospitalar e as irmãs marcelinas exigem celeridade dos pesselistas nesse período de confinamento.

mapping.com.br – Maique Pinto