Auditores identificam ilegalidade em contrato avaliado em quase R$ 15 milhões para UTI Aérea; Marcos Rocha e Fernando máximo são intimados

Em decisão monocrática, o conselheiro Valdivino Crispim de Souza não suspendeu o contrato por entender que poderia haver prejuízos aos pacientes em decorrência da pandemia
Auditores identificam ilegalidade em contrato avaliado em quase R$ 15 milhões para UTI Aérea; Marcos Rocha e Fernando máximo são intimados
Por Rondoniadinamica
Porto Velho, RO — Os auditores do Tribunal de Contas (TCE/RO) Helton Rogério Pinheiro Bentes e Nadja Pamela Freire Campos encontraram irregularidades em um contrato avaliado em quase R$ 15 milhões.

O contrato em questão foi firmado já na era Coronel Marcos Rocha (sem partido), travado pela Superintendência Estadual de Licitações (Supel) a pedido da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau/RO), pasta gerida pelo médico Fernado Máximo.

De acordo com os documentos obtidos pelo jornal eletrônico Rondônia Dinâmica, o objeto seria “a contratação de empresa especializada no transporte aero médico, visando a prestação de serviços continuados de transporte de paciente em UTI aérea”.

Responsáveis têm quinze dias para responder, de acordo com a decisão do conselheiro Crispim / Divulgação