Professor de Cacoal está desaparecido há 10 dias e família se desespera


Faz oito dias que o professor Adriano Albuquerque que atua na rede municipal de ensino de Cacoal desapareceu de forma misteriosa e até o presente momento não há nenhuma pista do seu paradeiro. Amigos e familiares se desesperam na busca do professor que sumiu no dia 05 de maio sem deixar sinais.

Entenda o caso

No dia 05 de maio, dia do desaparecimento, Adriano Albuquerque trabalhou o dia todo na Escola Municipal Rural Dr. João de Deus Simplício, localizada na linha 14, entregando apostilas e materiais aos estudantes que estão em casa devido a pandemia do novo Coronavírus. Após o expediente, Adriano retornou para zona urbana junto com outros professores em um veículo da secretaria municipal de Educação. O mesmo desembarcou no mesmo local de sempre, que fica próximo a sua casa.

Além das atividades presenciais, Adriano também desenvolvia trabalho em home office (em casa), motivo pelo qual os amigos só identificaram seu sumiço no sábado, dia 09 de Maio, quando perceberam que o mesmo não atendia ligações, não respondia mensagens e que sua última visualização no grupo de whatsapp do trabalho havia sido no dia 05 de maio às 18h08min.
Sem notícias e respostas, alguns amigos se juntaram e foram até a casa de Adriano, onde identificaram que o mesmo não se encontrava em casa há dias, pois seus cachorros estavam como fome e sede, sinalizando ali que algo estava errado. “Sempre que saia de casa por mais de um dia, Adriano deixava os cachorros sempre na casa de algum amigo, nunca sozinhos”, disse uma das colegas de trabalho.

Boletim de Ocorrência
Ao constatar o desaparecimento, os amigos de Adriano entraram em contato com sua família que reside na capital Porto Velho, que informou que o mesmo não estava lá. Neste sentindo, no mesmo dia, 09 de maio, os amigos dirigiram-se à delegacia de Polícia Civil onde registram ocorrência policial.

Junto com Adriano sumiu uma moto vermelha, modelo Bross, Placa QRA 3166, recém adquirida por ele.

Como ajudar?

Ligue 190, diretamente para a polícia.

Da redação – Planeta Folha