49% desaprovam e 47% aprovam o governo Lula, diz Quaest

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49% desaprovam e 47% aprovam o governo Lula, diz Quaest


A primeira pesquisa Quaest de 2026, divulgada nesta quarta-feira (14), mostra que o trabalho do presidente Lula (PT) no governo é desaprovado por 49% dos eleitores e aprovado por 47%.

Cacoal, RO
- Os números representam empate técnico, assim como na pesquisa anterior, divulgada em dezembro, quando 49% desaprovavam o governo Lula e 48% aprovavam.

A diferença entre aprovação e desaprovação está agora em dois pontos. Na pesquisa anterior, era de um ponto (49% desaprovavam e 48% aprovavam).

Desde outubro, a pesquisa mostra empate entre os índices de desaprovação e aprovação.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Levantamento mostra que piorou a percepção da economia nos últimos 12 meses, enquanto a previsão futura segue otimista por melhora na situação. Margem de erro é de 2 pontos para mais ou menos.

O presidente Lula em imagem de outubro de 2025. — Foto: Fátima Meira/Enquadrar/Estadão Conteúdo

A primeira pesquisa Quaest de 2026, divulgada nesta quarta-feira (14), mostra que o trabalho do presidente Lula (PT) no governo é desaprovado por 49% dos eleitores e aprovado por 47%.

Os números representam empate técnico, assim como na pesquisa anterior, divulgada em dezembro, quando 49% desaprovavam o governo Lula e 48% aprovavam.

Veja os números da nova pesquisa:

Aprova: 47% (eram 48% em dezembro);
Desaprova: 49% (eram 49%);
Não sabem/não responderam: 4% (eram 3%).

A diferença entre aprovação e desaprovação está agora em dois pontos. Na pesquisa anterior, era de um ponto (49% desaprovavam e 48% aprovavam).

Desde outubro, a pesquisa mostra empate entre os índices de desaprovação e aprovação.

Entre fevereiro e setembro de 2025, o índice de desaprovação estava maior, com a maior diferença em maio: 57% desaprovavam e 40% aprovavam o governo naquele momento.

Em dezembro de 2024, a aprovação era maior (52% a 47%).

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Avaliação do governo

A Quaest também questionou os eleitores sobre a avaliação do governo. Veja os números:

Positivo: 32% (eram 34% em dezembro);
Negativo: 39% (eram 38%);
Regular: 27% (eram 25%);
Não sabem/não responderam: 2% (eram 3%).

Lula merece continuar na presidência?

O levantamento questionou os eleitores se o presidente Lula merece continuar à frente do país por mais quatro anos. As respostas:

Sim: 40% (eram 41% em dezembro)
Não: 56% (eram 56%);
Não sabem/não responderam: 4% (eram 3%).

Situação da economia

A Quaest perguntou sobre a situação da economia nos últimos 12 meses. As respostas:

Melhorou: 24% (eram 28% em dezembro);
Ficou do mesmo jeito: 29% (eram 31%);
Piorou: 43% (eram 38%);
Não sabem/não responderam: 4% (eram 3%).

Sobre a expectativa para os próximos 12 meses, os entrevistados disseram que a economia deve:

Melhorar: 48% (eram 44% em dezembro);
Piorar: 28% (eram 33%);
Ficar do mesmo jeito: 21% (eram 19%);
Não sabem/não responderam: 3% (eram 4%).

Os eleitores responderam questionamento sobre o preço dos alimentos nos mercados no último mês. Eles responderam que:

Subiu: 58% (eram 57% em dezembro);
Ficou igual: 24% (eram 22%);
Caiu: 16% (eram 19%);
Não sabem/não responderam: 2% (eram 2%).

Poder de compra

Sobre o poder de compra dos brasileiros comparado a um ano, os entrevistados responderam que é:

Maior: 18% (eram 19% em dezembro);
Igual: 19% (eram 11%);
Menor: 61% (eram 69%);
Não sabem/não responderam: 2% (era 1%).

Conseguir emprego

Os entrevistados foram questionados se está mais fácil ou mais difícil conseguir um emprego hoje do que há um ano. As respostas foram:

Mais fácil: 43% (eram 44% em dezembro);
Ficou igual: 3% (eram 4%);
Mais difícil: 49% (eram 48%);
Não sabem/não responderam: 5% (eram 4%).

Por Arthur Stabile, Bianca Muniz, Felipe Turioni, Gustavo Petró, g1 — São Paulo

14/01/2026 10h06

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