Cacoal, RO - A Ouvidoria-Geral do Ministério Público de Rondônia realizou, nesta segunda-feira (19/1), visitas institucionais em Porto Velho para divulgar o evento “Transtorno do Espectro Autista: a compreensão é o caminho para a efetivação dos direitos”, previsto para abril de 2026 no MPRO, e convidar profissionais para falar sobre o tema. A agenda foi conduzida pelo Ouvidor-Geral, Procurador de Justiça Carlos Grott, com apoio da assessora jurídica Suzane Samara Amaral de Lima, dentro do projeto "Ouvidoria de Mãos Dadas com o TEA".
As visitas tiveram como finalidade apresentar a proposta do evento de forma direta. Durante os encontros, a Ouvidoria explicou como será a programação, quais temas serão abordados e qual o público esperado. A iniciativa busca aproximar o MPRO da comunidade atípica e dialogar com profissionais que atuam na área do autismo.
Além da divulgação, a agenda serviu para formalizar convites a pessoas com experiência prática no tema para participarem do evento como palestrantes. A escolha considerou o contato direto desses profissionais com pessoas com autismo e suas famílias.
Entre os convidados está a Defensora Pública Flávia Albaine, que atua na defesa de direitos humanos e na inclusão social; A Juíza de Direito Larissa Camargo Pinho também recebeu convite. Ela atua no Direito Civil e desenvolve estudos sobre judicialização, que é quando situações do dia a dia são levadas ao Judiciário para decisão; bem como o terapeuta ocupacional Evaristo Jerônimo, professor do Centro Universitário Fimca, foi convidado por trabalhar com a Análise do Comportamento Aplicada.
Já Jamila Quênia, responsável técnica pela Clínica Clinfono, também foi visitada. A clínica será parceira do evento e vai colaborar com o Espaço Kids, ambiente pensado para acolher crianças com autismo durante a programação.
O contato presencial permitiu a troca de informações, a escuta de sugestões e o alinhamento de expectativas. A proposta é fortalecer a participação de diferentes áreas no debate e ampliar a compreensão sobre o autismo de forma simples e acessível.
O evento será realizado em abril de 2026 e será aberto ao público interno e externo do MPRO, à comunidade atípica da capital e à sociedade em geral. A iniciativa faz parte do direito à inclusão e à igualdade no acesso a serviços e políticas públicas. A ação busca garantir que pessoas com Transtorno do Espectro Autista sejam respeitadas, participem da vida em sociedade e exerçam seus direitos como cidadãs.
As visitas tiveram como finalidade apresentar a proposta do evento de forma direta. Durante os encontros, a Ouvidoria explicou como será a programação, quais temas serão abordados e qual o público esperado. A iniciativa busca aproximar o MPRO da comunidade atípica e dialogar com profissionais que atuam na área do autismo.
Além da divulgação, a agenda serviu para formalizar convites a pessoas com experiência prática no tema para participarem do evento como palestrantes. A escolha considerou o contato direto desses profissionais com pessoas com autismo e suas famílias.
Entre os convidados está a Defensora Pública Flávia Albaine, que atua na defesa de direitos humanos e na inclusão social; A Juíza de Direito Larissa Camargo Pinho também recebeu convite. Ela atua no Direito Civil e desenvolve estudos sobre judicialização, que é quando situações do dia a dia são levadas ao Judiciário para decisão; bem como o terapeuta ocupacional Evaristo Jerônimo, professor do Centro Universitário Fimca, foi convidado por trabalhar com a Análise do Comportamento Aplicada.
Já Jamila Quênia, responsável técnica pela Clínica Clinfono, também foi visitada. A clínica será parceira do evento e vai colaborar com o Espaço Kids, ambiente pensado para acolher crianças com autismo durante a programação.
O contato presencial permitiu a troca de informações, a escuta de sugestões e o alinhamento de expectativas. A proposta é fortalecer a participação de diferentes áreas no debate e ampliar a compreensão sobre o autismo de forma simples e acessível.
O evento será realizado em abril de 2026 e será aberto ao público interno e externo do MPRO, à comunidade atípica da capital e à sociedade em geral. A iniciativa faz parte do direito à inclusão e à igualdade no acesso a serviços e políticas públicas. A ação busca garantir que pessoas com Transtorno do Espectro Autista sejam respeitadas, participem da vida em sociedade e exerçam seus direitos como cidadãs.
Gerência de Comunicação Integrada (GCI)
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