
No marco do Dia do Servidor Público, comemorado em 28 de outubro, servidores veteranos da Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) resgatam transformações e acontecimentos históricos vivenciados ao longo de suas carreiras no Parlamento estadual.
A data comemorativa faz referência à publicação do Decreto-Lei 1.713, de 28 de outubro de 1939, marco do primeiro Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União.
Cacoal, RO - Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país contabiliza cerca de 12,6 milhões de servidores públicos, o que corresponde a aproximadamente 12% da força de trabalho formal brasileira. No âmbito estadual, informações do Portal da Transparência do governo de Rondônia apontam 49.555 servidores públicos distribuídos em 60.949 matrículas, referentes a setembro de 2026.
Entre as trajetórias destacadas na Casa de Leis está a de Ana Aparecida Hernandez, conhecida como dona Ana, que ingressou na instituição em 19 de abril de 1983. Ao longo de mais de quatro décadas, ela atuou em gabinetes de parlamentares como Amir Lando e Odaísa Fernandes e atualmente faz parte da equipe do Cerimonial. A servidora ressalta as mudanças nas condições laborais, defende o aproveitamento de funcionários qualificados e aconselha que servidores comissionados invistam nos estudos e em concursos públicos.
Outro relato registrado é o do advogado e escritor Carlos Manvailer, servidor da Assembleia Legislativa desde 1986 e autor de obra sobre os 40 anos de história do Legislativo rondoniense. Ele recorda que, em seus primeiros anos de atuação, o Parlamento funcionava em um prédio adaptado de um antigo hospital, destacando o nível dos debates e projetos da época.
Manvailer também relembra episódios marcantes da política regional, como a tramitação de uma proposta apresentada pelo então deputado estadual Edson Fidelis, durante os trabalhos da Constituição Estadual de 1989, que pretendia transferir a capital de Porto Velho para Ji-Paraná. A iniciativa acabou rejeitada em votação nominal após mobilização e pressão de moradores da capital.
Fonte: Voz de Rondônia, com informações da Assessoria Parlamentar.
Cacoal, RO - Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país contabiliza cerca de 12,6 milhões de servidores públicos, o que corresponde a aproximadamente 12% da força de trabalho formal brasileira. No âmbito estadual, informações do Portal da Transparência do governo de Rondônia apontam 49.555 servidores públicos distribuídos em 60.949 matrículas, referentes a setembro de 2026.
Entre as trajetórias destacadas na Casa de Leis está a de Ana Aparecida Hernandez, conhecida como dona Ana, que ingressou na instituição em 19 de abril de 1983. Ao longo de mais de quatro décadas, ela atuou em gabinetes de parlamentares como Amir Lando e Odaísa Fernandes e atualmente faz parte da equipe do Cerimonial. A servidora ressalta as mudanças nas condições laborais, defende o aproveitamento de funcionários qualificados e aconselha que servidores comissionados invistam nos estudos e em concursos públicos.
Outro relato registrado é o do advogado e escritor Carlos Manvailer, servidor da Assembleia Legislativa desde 1986 e autor de obra sobre os 40 anos de história do Legislativo rondoniense. Ele recorda que, em seus primeiros anos de atuação, o Parlamento funcionava em um prédio adaptado de um antigo hospital, destacando o nível dos debates e projetos da época.
Manvailer também relembra episódios marcantes da política regional, como a tramitação de uma proposta apresentada pelo então deputado estadual Edson Fidelis, durante os trabalhos da Constituição Estadual de 1989, que pretendia transferir a capital de Porto Velho para Ji-Paraná. A iniciativa acabou rejeitada em votação nominal após mobilização e pressão de moradores da capital.
Fonte: Voz de Rondônia, com informações da Assessoria Parlamentar.
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