Crise do lixo em Porto Velho: abandono, multas e risco de colapso na troca de empresas

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Crise do lixo em Porto Velho: abandono, multas e risco de colapso na troca de empresas

Porto Velho RO - A capital de Rondônia vive dias de tensão com a coleta de lixo comprometida justamente no período de transição entre empresas responsáveis pelo serviço. Relatórios e denúncias apontam para um cenário grave, que pode se transformar em um colapso urbano já nos próximos dias.

🗑️ Abandono levanta suspeitas de sabotagem

A situação vai além de atrasos ou falhas pontuais. Informações oficiais indicam que a empresa ECOPVH teria interrompido serviços essenciais em diversos bairros, deixando de realizar a coleta regular



O resultado é visível: ruas tomadas por lixo acumulado, mau cheiro e risco sanitário crescente.

Há ainda uma suspeita grave nos bastidores: o abandono pode ter sido uma estratégia deliberada para dificultar a entrada da nova empresa no sistema de coleta.

⚖️ Mais de 4 mil reclamações e multas pesadas

A crise não é apenas operacional, mas também administrativa. A ECOPVH acumula mais de 4 mil reclamações formais, além de multas que podem chegar a R$ 750 mil por descumprimento contratual.

Esse volume de penalidades reforça a percepção de descontrole no serviço e aumenta a pressão sobre o poder público.

🔄 Transição crítica: nova empresa assume em 23 de abril

A mudança de comando já tem data marcada. A empresa Sistemma Assessoria e Construções S/A assume oficialmente a coleta de lixo a partir do dia 23 de abril.

Com experiência em cidades como:

■ Belo Horizonte

■ Londrina

■ Anápolis

■ Uberaba

■ Contagem

■ Unaí

■ Pindamonhangaba

a Sistemma atua em pelo menos 10 municípios e possui estrutura considerada robusta no setor de limpeza urbana.

⚠️ Capacidade existe, mas o risco é imediato

Apesar do porte da nova empresa, o cenário preocupa. A transição ocorre em prazo extremamente curto e com o sistema já comprometido pela paralisação da empresa anterior.

Especialistas apontam que

■ A coleta não deve se normalizar imediatamente

■ O acúmulo de lixo pode aumentar nos primeiros dias

■ A reorganização de rotas e equipes exige tempo

Ou seja, mesmo com capacidade técnica, a Sistemma pode enfrentar dificuldades iniciais para atender uma cidade de quase 500 mil habitantes.

🚨 População pode enfrentar colapso sanitário

Com a saída da ECOPVH e a entrada da Sistemma, o período entre os dias 22 e 23 de abril é considerado crítico.

Se o lixo continuar sem coleta pela ECOPVH até a data e hora marcada para a transição de mudança:

■ Bairros inteiros podem ficar tomados por resíduos

■ Há risco de proliferação de doenças

■ O impacto ambiental e visual tende a se agravar

A crise da coleta de lixo em Porto Velho deixa de ser apenas um problema administrativo e passa a ser uma ameaça direta à saúde pública.

📢 O que esperar dos próximos dias

A população deve se preparar para um cenário instável no curto prazo. A expectativa é que a normalização do serviço aconteça de forma gradual, dependendo da capacidade de resposta da nova empresa e das condições encontradas ao assumir a operação.

Enquanto isso, cresce a cobrança por respostas rápidas e ações emergenciais que evitem que a capital mergulhe em um verdadeiro colapso urbano.

Fonte Portal 364

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